
Acidente com plataforma de petróleo espalha óleo pelo Golfo do México e dúvidas sobre um modelo energético prejudicial à saúde humana e ambiental.
Um vazamento de óleo não é algo que se limpe. Na maior parte dos casos, os remanescentes desses desastres ambientais se dispersam, diluem, são queimados ou afundam e ficam à espera de, em algum momento, voltar à tona e causar seus estragos. O caso da recente explosão seguida de vazamento da plataforma de petróleo Deepwater Horizon, no Golfo do México, ocorrida no último dia 20, expõe as sérias deficiências do modelo petrolífero do qual somos dependentes.
Na explosão, onze funcionários morreram. Dois dias após o acidente, a plataforma naufragou e, lá do fundo, começou a despejar mais de cem mil litros de óleo diariamente. Hoje, 29 de abril, nove dias após o desastre, o presidente americano Barack Obama assumiu as rédeas do desastre, o que deu dimensão real à sua gravidade, oferecendo a ajuda do Departamento de Defesa na sua contenção.
A corrida agora é por evitar que o óleo continue a vazar e, alcance a costa da Lousianna, de onde já está a apenas 80 quilômetros de distância. A previsão é de que a macha, dpendendo da direção dos ventos, alcance a região do delta do Rio Mississipi na sexta-feira, dia 30.
Caso isto ocorra, as ricas regiões onde 40% da área de manguezais da costa dos Estados Unidos se concentram, podem ficar manchadas de óleo pelas próximas décadas. O governador da Louisianna Bobby Jindal declarou estado de emergência, alegando que o vazamento ameaça seus recursos naturais. As autoridades americanas precisam decidir entre o ruim e o pior: se mais vale queimar o óleo, emitindo carbono e produzindo gigantesca nuvem de fumaça, ou permitir que o desastre ambiental atinja as áreas de costas.
“As empresas de petróleo dizem que já existem as mais variadas tecnologias para a contenção de vazamentos de petróleo, mas, como foi visto, na prática, isso não é bem verdade. O impacto que um vazamento de óleo pode trazer é gigantesco e não há uma forma justa de reparar o dano”, diz Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace.
É nessa horas que nós vems a imcapacidade do ser humano ao mexer com a natureza!
ResponderExcluirCom tanta energia limpa no planeta nós já poderiamos com certeza deixar de lado o petrólio Mas não convém para os governantes e mega empresas, claro.
E quem tem que pagar o pato são os inocentes e frageis animais.
Será que o povo não ve que o planeta pede ajuda, que o planeta está nas ultimas em mãos humanas...
Quando não houver mais vida nem saída, o homem irá tentar mudar...ou então acabará com nosso planeta e partirá para destruir outro!
Como me sinto com meus irmãos???
Indignado!!!”
Mancha negra no mar prejudica muito as pessoas !!!
ResponderExcluiradorei seu trabalho!
ResponderExcluirsalvem os animais
ResponderExcluirUma das piores tragedia ocorrida esse ano foi esse acidente no golfo do México.ta massa Robert
ResponderExcluirtrabalho super bem feito robet! parabpens :D
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